O Novo Papa e o Tarot

Papa Tarot

Tarot  O Papa

O Tarot e o Papa

Emblemática a escolha deste novo representante da Igreja que como instituição é passível de erros e precisa de novos rumos. Nós, seres humanos, erramos, no entanto, temos Alma e devemos buscar sempre a perfeição. Assim é a Igreja, tem Alma própria, dois mil anos de Tradição e expansão, Alma essa que conduz, à revelia de atitudes humanas equivocadas, ainda que com a intenção de acertar.

Assim somos nós também, muitas vezes erramos achando que vamos acertar, faz parte do nosso caminhar.

Jogar tarot é um meio de se tentar acertar, se conhecer melhor, mas isso não basta, há a necessidade de se ter tenacidade, paciência, reflexão… A Igreja aparentemente acerta em sua escolha, um Papa voltado para questões sociais, progressista, que compreende que a Igreja legítima é aquela igreja primitiva, dos primeiros séculos do cristianismo, composta pelos fiéis de uma maneira horizontal, em comunidade e não em um poder vertical que comanda e não interage, não congrega e nem reconhece as reais necessidades dos seus fiéis.

Assim como na leitura de tarot, é fundamental uma visão ampla e generalizada da própria situação, para se vislumbrar nos caminhos do tarô  soluções criativas e reais.

O Louco do Tarot – Francisco de Assis

Tarot dos santos

No tarot dos santos temos a representação da carta do louco em São Francisco, conhecido como o louco de Assis. Foi assim denominado em sua época por abrir mão das riquezas materiais, da vida de poeta e boêmio para dedicar-se aos pobres e desprezados daquela sociedade, com o exemplo da mensagem de Cristo. Também confrontou a igreja daquele período, pois seu modo de pregar o Evangelho na prática, vivendo integralmente sua Palavra era uma ameça para o poder do clero, assim como Cristo confrontou o clero de sua época e por isso foi condenado a morte. Francisco também correu o risco de ser considerado um herético e condenado a fogueira. Mas seu carisma já era um fato e seus seguidores e admiradores inúmeros. A igreja não precisava de um mártir e autorizou sua Ordem, desde que submetida a autoridade do Papa. Francisco desejava a reconstrução dessa instituição, tinha isso enquanto missão, por isso orientava seus irmãos da Ordem a não julgar, não criticar, pelo contrário, afirmava que deveria-se ter piedade e orar pelo clero para que esse conduzisse a Igreja de Cristo corretamente.

Que Jorge Bergoglio, o primeiro Papa Francisco possa ter um pouco dessa loucura revolucionária, que questione esse capitalismo doente da sociedade ocidental que corroe os valores humanos e furta a possibilidade de amor e amizade entre os povos. Que em sua mensagem mostre que o desprendimento, o desapego, a caridade despretensiosa e legítima são os verdadeiros caminhos que conduzem a Deus! Habemus Papam!

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